tratamento biológico de efluentes

A importância da oxigenação e mistura no tratamento biológico de efluentes

Sumário

Entenda a diferença que o oxigênio e a mistura correta podem fazer em sua operação

O tratamento biológico de efluentes é nada menos que um processo considerado a base para que indústrias e municípios consigam devolver água limpa à natureza, removendo a carga orgânica de maneira segura por meio da ação de microrganismos que dependem de condições controladas para trabalhar.

O sucesso desse processo, porém, não depende apenas da presença de bactérias, mas sim da capacidade de fornecer a elas o ambiente ideal para que possam decompor os poluentes. Logo, quando falamos de eficiência em estações de tratamento, dois fatores indispensáveis aparecem: a oxigenação e a mistura. Sem o equilíbrio entre esses dois elementos, a estação corre o risco de falhar, gerando odores desagradáveis e multas pesadas que prejudicam a saúde financeira e a imagem de toda a operação. 

A seguir, entenda mais sobre esse importante assunto, incluindo dicas sobre o que fazer para lidar com esse tratamento de forma eficiente.

O princípio básico do tratamento aeróbio é o consumo de matéria orgânica por bactérias que precisam de oxigênio para sobreviver e se multiplicar. E, no tratamento biológico de efluentes, o oxigênio atua como o combustível dessas bactérias. 

Se o nível de oxigênio dissolvido cai abaixo do necessário, a atividade biológica desacelera, o tratamento se torna ineficiente e os microrganismos podem morrer, colapsando todo o sistema. É por isso que a oxigenação não é apenas uma etapa, mas a garantia de que o processo de depuração vai acontecer no tempo e na qualidade esperados.

Contudo, fornecer oxigênio de forma isolada não é suficiente, e é aí que entra o papel da mistura! 

Em um tanque de tratamento, é comum que sólidos e microrganismos tenham tendência a se depositar no fundo, criando as chamadas “zonas mortas”. Nessas áreas, a falta de circulação impede que o oxigênio e a matéria orgânica cheguem às bactérias, mas a mistura constante garante que todo o volume do tanque seja aproveitado, mantendo o lodo biológico em suspensão e assegurando que os microrganismos estejam em contato direto com os poluentes que precisam remover.

Além disso, a mistura em questão promove a homogeneização da temperatura e da carga química em todo o tanque. 

Em operações industriais, é comum que o efluente chegue com variações bruscas de concentração. Se não houver uma mistura forte, essas variações podem criar “choques” de carga em partes específicas do tanque, matando as bactérias naquela área. Portanto, a união de uma oxigenação potente com uma mistura eficiente é o que garante que a Estação de Tratamento de Efluentes (ETE) opere de forma estável, segura e previsível, independentemente das oscilações da produção.

Para que sua operação de tratamento realmente funcione com alta performance, o primeiro passo é investir em equipamentos que sejam a perfeita junção entre tecnologia e economia de energia. Afinal, como os sistemas de aeração costumam representar a maior fatia da conta de luz de uma ETE, escolher aeradores e misturadores de alta qualidade acaba sendo uma decisão financeira estratégica.

Abaixo, listamos os pontos principais para você colocar em prática e elevar o nível da sua operação:

Muitas estações falham porque os aeradores são fracos demais ou estão mal posicionados. 

De modo geral, um bom projeto deve considerar a carga orgânica que chega ao tanque e o uso de aeradores de alta tecnologia que são projetados para, quando bem dimensionados,  romper a tensão superficial da água com o menor esforço mecânico possível, incorporando o máximo de oxigênio por quilowatt consumido. 

Isso evita o desperdício de energia e garante que as bactérias nunca fiquem sem a oxigenação necessária.

A mistura é o que garante a uniformidade, então use misturadores submersos que consigam movimentar grandes volumes de água com baixo consumo, mantendo o lodo ativado em constante movimento e evitando a decantação indesejada no fundo do tanque. 

Lembre-se: microrganismo parado no fundo é microrganismo que não está tratando o seu efluente.

Um fato que muitos profissionais ignoram é que o tratamento eficiente de efluentes também exige dados; por isso, a dica é que você sempre meça regularmente o nível de oxigênio dissolvido e a temperatura, para poder ajustar o funcionamento dos aeradores. 

Dentro desse tópico, também é válido citar que em horários de menor carga orgânica é possível reduzir a intensidade da aeração, gerando uma economia de energia considerável sem colocar o processo biológico em risco.

Equipamentos que operam em ambientes como tanques de efluentes acabam sofrendo desgaste natural, o que torna necessária a verificação de itens como:

  • Vedações
  • Selos mecânicos
  • Estado das pás

Trata-se de uma iniciativa que evita quebras repentinas e uma parada não planejada que pode levar dias para ser corrigida, principalmente quando consideramos que a recuperação da flora bacteriana é um processo lento. Ter a segurança de um pós-venda que forneça peças originais rapidamente, por sinal,  fará imensa diferença em sua rotina!

Ao fazer sua compra, considere adquirir não apenas os equipamentos em si, mas também o respaldo de uma empresa que entenda a realidade das indústrias e operações brasileiras, como a Helibombas

Nossos aeradores e misturadores são desenvolvidos para entregar alta durabilidade com facilidade de manutenção, estando atrelados a uma equipe técnica disponível para visitas e manutenções que garantem que sua operação nunca fique na mão, mantendo a conformidade ambiental e o foco na produtividade.

Quando você escolhe equipamentos que proporcionam a oxigenação correta e uma mistura homogênea, você também reduz o risco de multas, elimina odores e diminui drasticamente o consumo de energia da sua planta. 

A Helibombas está pronta para ser sua parceira técnica nesse processo, oferecendo o suporte necessário e o estoque de peças originais que garantem que sua estação de tratamento biológico de efluentes opere sempre em sua capacidade máxima.

Vamos dar o próximo passo?

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