Veja como aproveitar esse momento de forma inteligente, para começar o próximo período sem imprevistos
Quando há entressafra de cana-de-açúcar, é comum que haja também uma moagem desacelerada, bem como a queda no volume de vinhaça e caldo, trazendo a tentação de tirar o pé do acelerador em tudo, inclusive na manutenção de bombas. Mas é justamente nesse período de baixa que as equipes mais experientes fazem o trabalho que não dá para fazer no auge da safra: abrir o equipamento, trocar o que precisa ser trocado e revisar como o negócio vai operar no ciclo seguinte.
Se a sua usina ou fornecedor está nesse momento de operação mais tranquila, este definitivamente é o texto que você precisa ler antes de guardar as ferramentas.
Por que a entressafra é o momento certo para a manutenção de bombas
Durante a moagem, parar uma bomba que transporta caldo, vinhaça ou dejeto para manutenção é sinônimo de dor de cabeça. Afinal, a linha toda depende dela, a produção não espera e qualquer intervenção precisa ser resolvida rápido, muitas vezes sem o tempo ideal para fazer o trabalho da forma correta.
Mas na entressafra toda essa pressão desaparece, mudando completamente a qualidade da manutenção possível de ser realizada.
A partir desse momento:
- Dá para desmontar o equipamento por completo, sem correr contra o relógio;
- Peças de desgaste, como rotor, estator e vedações, podem ser trocadas antes de falhar, não depois;
- A equipe consegue testar o equipamento com calma antes de recolocá-lo em operação;
- Fica mais fácil negociar prazo com o fornecedor de peças, em vez de pagar frete emergencial.
E existe também um lado menos falado disso tudo, que diz respeito ao fato de que a bomba que passa a safra inteira trabalhando com fluido abrasivo, incluindo caldo com bagacilho, vinhaça e dejeto, chega ao fim do ciclo com desgaste que não aparece a olho nu.
Logo, deixar para revisar só quando o problema já estiver visível é decidir, na prática, arriscar uma parada no meio da próxima safra.
O planejamento que vai (e precisa ir) além do equipamento
Aproveitar a entressafra só para trocar peças dos equipamentos, por exemplo, é o mesmo que deixar metade do valor desse período na mesa. Isso porque esse também é o momento em que dá para olhar para o negócio com a cabeça fria, sem o operacional do dia a dia empurrando toda decisão para “depois”.
Estas são algumas tarefas que costumam ficar de lado durante a safra e merecem espaço agora:
- Revisar o histórico de falhas da última safra e identificar padrões (mesmo ponto de desgaste, mesmo horário do ano, mesmo equipamento, etc);
- Levantar o estoque de peças de reposição e negociar com antecedência o que vai faltar;
- Reavaliar se o parque de bombas atual ainda atende ao volume da operação ou se está no limite;
- Planejar o treinamento da equipe para a próxima safra, principalmente se houve troca de pessoal ou de equipamento.
Lembrando que esse último ponto pesa mais do que parece, sendo que muitas falhas que parecem “problema de peça” são, na verdade, causadas por uma operação feita sem o treinamento adequado, como alguém aplicando na bomba nova a mesma rotina que usava na antiga, com princípio de funcionamento diferente.
A entressafra é a janela ideal para corrigir isso sem pressão.
O erro mais comum que ocorre nesse período
De modo geral, o erro que mais se repete é tratar a entressafra como período de pausa total, em vez de um período de preparação. Nesse caso a bomba fica parada, sem que ninguém decida abri-la para fazer uma revisão, o que faz com que a próxima safra já comece exatamente com os mesmos pontos fracos da anterior, só que um pouco mais desgastados.
O oposto também existe, também é um problema e se resume a fazer a manutenção de bombas de forma apressada, sem seguir critério técnico, só para “cumprir tabela”.
E aí mora um grande perigo, pois trocar peças sem diagnóstico correto, usar componentes genéricos que não são compatíveis com o equipamento, ou pular etapas do procedimento por pressa custa caro lá na frente, mesmo parecendo ser algo econômico agora.
Manutenção preventiva com quem entende do equipamento faz a diferença
Por fim, a grande diferença entre uma entressafra bem aproveitada e uma entressafra desperdiçada não está apenas em quantas horas foram gastas na manutenção da bomba, mas também em quem fez esse trabalho e com que peça.
Uma manutenção preventiva feita com critério técnico, e por uma equipe que conhece o equipamento específico da sua operação, garante que o equipamento chegue ao início da próxima safra pronto. E isso significa que a melhor dica que você pode seguir é trabalhar com uma empresa de confiança, que atua com seriedade em cada atendimento e utiliza peças originais, não substitutos genéricos que parecem servir mas não têm a mesma durabilidade nem o mesmo desempenho.
Se a sua operação está na entressafra agora, esse é o momento de agir, antes que o próximo período comece e a decisão de adiar vire, de novo, falta de tempo. Dê o próximo passo escolhendo a Helibombas, que é referência no fornecimento e manutenção de bombas e agora conta com uma nova filial no centro de Esteio, no Rio Grande do Sul, para que você tenha acesso ainda mais facilitado à manutenção preventiva e corretiva da qual seus equipamentos precisarem.
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