sistemas de bombeamento de fluidos

Diferença entre manutenção preventiva, corretiva e preditiva em sistemas de bombeamento de fluidos

Sumário

Conhecer as características de cada tipo de manutenção te ajudará a manter seu sistema funcionando sem interrupções

 eficiência operacional de qualquer indústria depende, entre outras coisas, da confiabilidade dos seus sistemas de bombeamento de fluidos, uma vez que negligenciar os equipamentos que os compõem pode resultar em grandes prejuízos financeiros, paradas inesperadas e redução da vida útil de componentes caros. 

E, dentro desse contexto, compreender as nuances entre as diferentes manutenções que podem ser realizadas é o primeiro passo para garantir que o fluxo de trabalho nunca seja interrompido por falhas evitáveis.

Descubra as características e finalidades de cada tipo de manutenção no conteúdo a seguir!

Um sistema de bombeamento de fluidos, como o próprio termo deixa a entender, é um conjunto de componentes incluindo:

  • Bombas;
  • Motores;
  • Tubulações;
  • Painéis de controle, entre outros.

Esses sistemas são projetados para transportar líquidos de um ponto a outro, vencendo diferenças de altura ou pressão. E, na prática, são o “coração” de diversas operações: desde o abastecimento de água e irrigação até o transporte de lodos densos em estações de tratamento ou produtos químicos em processos industriais.

A importância de mantê-los em pleno funcionamento vai além da simples transferência de líquidos. Um sistema bem mantido:

  • Garante a segurança dos operadores;
  • Evita o desperdício de energia elétrica (visto que bombas desgastadas consomem muito mais para entregar a mesma vazão);
  • E previne danos ambientais decorrentes de vazamentos.

Para quem utiliza equipamentos específicos, como bombas anfíbias (que operam dentro ou fora da água) ou bombas helicoidais (ideais para fluidos viscosos ou sólidos), a atenção deve ser redobrada, pois cada tecnologia exige cuidados particulares em seus componentes internos, como rotores e estatores.

Para gerir corretamente o ciclo de vida de uma bomba, é necessário aplicar diferentes estratégias de manutenção. 

Abaixo, detalhamos as características de cada uma delas:

A manutenção corretiva é aquela realizada após a ocorrência de uma falha. Em termos simples, é o ato de “consertar o que quebrou” e, embora pareça a opção mais barata à primeira vista (pois não se gasta com inspeções), ela é, na verdade, a mais cara no longo prazo.

Isso porque quando um dos sistemas de bombeamento de fluido deixa de funcionar subitamente, os custos envolvem não apenas a peça de reposição, mas também o lucro cessante da produção parada, o pagamento de horas extras para equipes de manutenção e, muitas vezes, o frete de emergência para componentes que não estavam em estoque. 

No caso de bombas helicoidais, por exemplo, uma quebra por funcionamento a seco pode destruir o estator em minutos, exigindo uma troca completa que poderia ter sido evitada com um simples sensor de nível.

A manutenção preventiva, por sua vez, é baseada no tempo ou em horímetros de uso. Ela segue um cronograma rígido, independentemente do equipamento apresentar sinais de defeito ou não, com o objetivo de reduzir a probabilidade de falha por meio de revisões periódicas, trocas de óleo, lubrificação de rolamentos e substituição de vedações que possuem vida útil conhecida.

Para quem possui bombas anfíbias, essa manutenção pode incluir a verificação da integridade do isolamento do motor e a limpeza das grades de sucção para evitar cavitação. Ao adotar essa prática nos sistemas de bombeamento de fluido, é possível prever os gastos no orçamento anual e agendar as paradas para momentos de baixa demanda, evitando surpresas desagradáveis.

Por fim, temos manutenção preditiva em um nível mais avançado: em vez de se basear no tempo (como a preventiva) ou na falha (como a corretiva), ela se baseia nas condições reais do equipamento. 

Desta forma, por meio do monitoramento constante de parâmetros específicos, como vibração, temperatura, ruído e consumo de corrente elétrica, é possível identificar uma falha antes mesmo que ela se torne perceptível ao olho humano.

Por exemplo:

Se um técnico detecta uma alteração na vibração de uma bomba, ele sabe que pode ser um rolamento que está começando a se desgastar. Isso permite que a troca seja planejada para dentro de alguns dias, aproveitando uma janela de manutenção existente. 

Essa abordagem utiliza sensores e softwares de análise para garantir que as peças sejam substituídas apenas quando realmente necessário, maximizando a vida útil de cada componente e garantindo a disponibilidade do sistema.

Saber diferenciar as manutenções é essencial para qualquer proprietário de equipamentos de bombeamento. E, especificamente para bombas anfíbias e helicoidais, que lidam com condições que exigem excelente desempenho, a combinação da prevenção com o monitoramento é a iniciativa ideal para ter tranquilidade e evitar que a rotina de trabalho seja afetada.

E, claro, havendo a necessidade de intervir no equipamento, é imprescindível trabalhar apenas com peças originais, de modo a garantir que o mesmo continuará funcionando de forma eficiente. 

Para isso, conte com a Helibombas, que é referência em equipamentos para transferência de fluidos também no que diz respeito às manutenções que realiza.

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